domingo, 30 de março de 2008







Os edifícios residenciais sobre pilotis estão sempre demandando ações de manutensão e restauro por parte d0s condôminos que vêm procurando mais e mais o trabalho de arquitetos para o planejamento e projeto das obras. Desde o tombamento do Plano piloto como patrimônio cultural, muito tem se discutido sobre o Plano de Lúcio Costa e o papel do pilotis como elemento principal na constituição da escala gregária e de uso de toda a população , não só do uso imediato de seus moradores mas de elemento de circulação e passagem , firmando-se verdadeiramente como alamedas e grandes áreas sombreadas.Como arquiteto formado na cidade e conhecedor das variantes arquitetonicas, técnicas, normativas e legais para tais intervensões tenho a satisfação de intermediar as vontades e necessidades dos moradores com as reais possibilidades de atualização dos edifícios que começam a apresentar sinais de deterioração. As reuniões dos conselhos exigem desde o início uma responsável ação para sua revitalização.Para minha surpresa, acostumado que estava a atender os moradores de edifícios das primeiras quadras de Brasília cujo tempo ultrapassa os 40 anos de existências,mantive contato com edifícios com menos de 15 anos edificados em áreas novas como o Setor Sudoeste e que igualmente aos da Asa Sul já pedem ações de revitalização. Devido aso processos construtivos mais recentes, nem sempre de carater duradouros como os do início da construção da capital, nosso trabalho em parceria com a arquiteta Maria Helena Fernandes,seria a realização de estudos que a exemplo dos outros condomínos, possibilitou um trabalho limpo e funcional além de privilegiar os aspectos de durabilidade e plasticidade .

Um comentário:

Thaíza disse...

Oi, passando para desejar um feliz ano novo.